DIdi Krepinsk

Reserve Aqui13/09/2019

A terceira e última ilha que visitei nessa viagem para o Havaí foi a Big Island, também conhecida como Kona para muitos, apesar de Kona ser apenas uma das cidades da ilha. Geologicamente falando, Big Island é a ilha mais jovem e, como o nome diz, é a maior do Havaí, com mais do que o dobro do tamanho das vizinhas. E a tendência é a ilha crescer cada vez mais! Por ter um vulcão em plena atividade (Kilauea – o mais ativo do mundo que entrou em erupção no final de 2018), a ilha cresce visivelmente dia após dia. As praias mais famosas da ilha são naturalmente as mais “esquisitas”. Elas são a Punaluu Black Sand Beach, com areia preta, e a Green Sand Beach, com areia verde. Não chegamos a ver essas praias de perto porque ficamos apenas dois dias na ilha e elas são longes, mas sobrevoamos de helicóptero, o que foi legal!

Eu amei Big Island! Ficamos apenas 2 noites na ilha e eu sinceramente não queria ir embora! Achei 2 noites muito pouco então eu recomendaria ficar pelo menos 4 noites. Se você estiver hospedado no Four Seasons Resort Hualalai recomendaria até 1 semana! O hotel é daqueles que da vontade de não sair do resort e ficar só curtindo cada cantinho dele! Senti falta de curtir mais o hotel. Eu amei o astral da ilha, começando pelo aeroporto que é todo aberto e ao ar livre! Achei o maior barato! Hahaha. A ilha definitivamente tem good vibes e a paisagem é muito bacana, repleta de tubos de lava por todos os lados. Bem exótico vamos dizer. JÁ QUERO VOLTAR!!

DAY 1

Chegamos no aeroporto de Kona por volta das 13h15 depois de pegar um voo super curto da Hawaiian Airliens procedente de Maui. Demorou um pouco para alugar o carro na Hertz (um Jeep novamente), e quando finalmente conseguimos, tivemos que encarar um mega engarrafamento na estrada a caminho do hotel. O que era para demorar apenas 20 minutos acabou virando quase 1h30 de viagem! Com isso acabamos chegando no hotel somente 15h. Nos hospedamos no Four Seasons Resort Hualalai por duas noites e começamos a ser mimados a partir do momento que pisamos no lobby do hotel! Que estadia maravilhosa! Quem me acompanhou pelos stories viu o quanto eu amei este hotel né?!

Por onde começar a descrever? Bom, vamos lá. Acho que primeiro preciso falar um pouco do complexo Hualalai aonde o hotel está localizado. Este condomínio, juro, é um mini paraíso!! Impossível não se encantar e não se impressionar com a beleza desse lugar logo de cara. Jardins impecáveis e verdes se misturam de maneira homogênea com pedras pretas vulcânicas…é muito lindo! Difícil descrever, só vendo ao vivo mesmo para entender. Os campos de golfe, a grama, as árvores – tudo perfeitamente cortado e no lugar. Não é a toa que este condomínio é queridinho dos bilionários americanos que fazem deste pequeno pedaço do paraíso o seu segundo lar.  Entre os proprietários mais destacados estão o fundador da Citadel, Ken Griffin, o CEO da Starbucks, Howard Schultz, o pioneiro da corretora Charles Schwab, George Roberts, da KKR, o co-fundador da Oaktree Capital Management Bruce Karsh , Bob Parsons, fundador da GoDaddy, Tim Timle, CEO da Columbia Sportswear, e Bertie, irmã de Warren Buffett. Que tal? Kkk.

Originalmente desenvolvido no início dos anos 90 por Kojima, uma empreiteira japonesa, o hotel abriu oficialmente seus negócios em 1996. Hoje, é de propriedade dos bilionários Michael Dell e Rob Walton, ex-presidente do Walmart. O empreendimento Hualālai consiste no Four Seasons Resort Hualālai, com 243 quartos e suítes, localizados em uma série de bangalôs de dois andares, e um componente residencial composto por 330 casas. O Four Seasons Resort Hualālai é o único hotel em Big Island que recebeu uma classificação de cinco estrelas da Forbes e um dos poucos em todas as ilhas do Havaí com essa classificação. É o local perfeito para relaxar e recarregar as energias. Você sente uma energia diferente no momento em que entra na propriedade. Além do paisagismo impecável, a água é cristalina e o staff do Four Seasons é incomparável. É absolutamente impossível passar por um dos muitos funcionários enquanto estiver na propriedade sem ser recebido com um alegre “aloha”! São detalhes que fazem toda diferença.

O hotel é enorme! Ao todo, Hualalai tem escala para sustentar dois campos de golfe de calibre de campeonato, sete restaurantes, cinco piscinas principais e uma lagoa ideal para snorkeling, frequentada por uma arraia e mais de 4 mil peixes. O spa e o fitness center do hotel são incríveis cobrindo uma área de quase 3 mil m². Há também um clube de tênis com oito quadras, um programa de esportes aquáticos com canoas, pranchas de paddle e snorkeling, além do golfe supra mencionado. Além do mais, possui duas boutiques incríveis (AMO!! kkk) e uma lojinha muito fofa chamada Hualalai Trading Company aonde é possível tomar sorvete, smoothies, café, pedir sanduíches e comprar alguns itens essenciais. A verdade é que num lugar assim você nem precisa sair do hotel! Kkk. Ah, esqueci de mencionar o aspecto cultural do hotel – eles oferecem gratuitamente cursos de ukulele, lei making, etc. Achei isso muito bacana. Mas também faltou tempo!

Eu amei absolutamente tudo sobre este hotel e não queria ir embora! Por favor, fiquem no mínimo quatro noites aqui! Prometo que não vão se arrepender! Achei super legal que os quartos são espalhados pela propriedade em 5 formas crescentes, permitindo alocar os hóspedes da maneira mais adequada. Por exemplo, eles procuram colocar todas as famílias com crianças pequenas na ala crescente perto da piscina de crianças, os casais perto da piscina somente para adultos, e por aí vai. Achei isso bem pensado! Não poderia recomendar este hotel o suficiente!! Entrou na minha listinha de favoritos ao redor do mundo! Repito mais uma vez: já quero voltar! Kkk.

Uma vez instalados, fomos almoçar no restaurante Beach Tree, ao lado da Tranquility Pool e de frente para o mar. O almoço já estava encerrado, mas pudemos pedir do menu de snacks que tinha tudo – pizzas artesanais, sanduíches, saladas etc. Depois do almoço fiz um tour da propriedade toda e fiquei impressionada com todas as instalações. Você realmente precisaria ficar uma semana no hotel para aproveitar tudo que o hotel tem a oferecer. Curtimos um pouco também a piscina Palm Grove, com borda infinita e somente para adultos. A vista do pôr do sol aqui é maravilhosa – eu até postei uma foto! Aliás, os sunsets no Havaí são espetaculares, mas aqui no Hualalai é mais especial ainda. Não sei, parece que o céu fica roxo, rosa, vermelho e laranja. O melhor horário para fotografar o pôr do sol no verão é 7:15pm. Brincava que era o “prime time”! O pôr do sol em si é lindo, mas é depois que a mágica acontece, confia!

Jantamos cedo às 19h no Resident’s Beach House na praia. Esse restaurante é considerado parte do hotel, fica dentro da propriedade, mas a preferência para reservas é toda dos proprietários. Você precisa solicitar uma pré reserva, que só será confirmada no dia após às 16h. Com certeza no pico da alta estação deve ser difícil de conseguir uma reserva, mas nós demos sorte! O jantar foi super agradável, vendo o sunset e tomando um vinho branco. No menu você encontra de tudo um pouco. Eu pedi um fried chicken, especialidade da casa, e o meu namorado pediu um peixe fresco que amou. Mas o highlight do jantar foi sem dúvida alguma a sobremesa! Kkk. Pedimos um warm skillet chocolate chip cookie – que absurdo!! De comer de joelhos e ainda veio com três coberturas extras para acrescentar, como salted caramel, etc. Verdadeiro “food porn”. Não deixem de provar, vale as calorias! Imagina que depois de comer tudo isso eu ainda tive que entrar num maiô e numa roupa de mergulho para fazer o mergulho noturno com as arraias! Eu até brinquei que iria afundar de tanto que tinha comido! #FoodComa Hahaha.

Saímos do hotel por volta das 20h40 e dirigimos até Honokahau Harbour, ponto de encontro e saída do passeio. Marcamos esse mergulho noturno com a Kona Ocean Adventures, empresa recomendada pelo concierge do hotel. Aliás, reservamos tudo através do concierge do hotel – mais fácil. Chegamos pontualmente às 21h para fazer o check-in e assinar um formulário de isenção de responsabilidade. Eles oferecem gratuitamente roupas de mergulho, mas eu não me aguentei e comprei uma muito linda em Oahu então não precisei usar. Entramos no barco e 21h15 saímos em direção das arraias. Eu confesso que a sensação de mergulhar à noite, no escuro, da um certo medinho, mas foi muito tranquilo. Existe um passeio que sai mais cedo, durante o pôr do sol, então se a ideia de entrar no mar à noite não te agrada, você pode reservar esse outro. A mesma empresa oferece os dois passeios.

Enquanto várias empresas oferecem o mergulho ao pôr do sol, a Kona Ocean Adventures é apenas uma das poucas que oferecem o mergulho mais tardio. Eles oferecem tanto o passeio para snorkel (que eu fiz) quanto para mergulho de cilindro (tem que ter a carteirinha PADI Open Water). Levamos cerca de 30 minutos para chegar no local do mergulho e no caminho presenciamos o efeito bioluminescente na água – coisa mais linda! Nunca tinha visto isso antes e amei! Se você tiver a possibilidade de fazer os dois e estiver na dúvida, acho que eu recomendaria o snorkel simplesmente porque você consegue ficar mais perto delas. Acho que dá para ver elas melhor do que no mergulho, por incrível que pareça.

Mergulhar com Manta Rays é uma experiência única na vida. Listada como um dos dez principais locais de mergulho do mundo, de acordo com a National Geographic, a costa de Kona no Havaí é talvez o melhor lugar do mundo para realizar essa incrível atividade. As Manta Rays são gigantes gentis e estão entre as criaturas mais elegantes de toda a natureza. Além disso, elas são completamente inofensivas, pois não possuem ferrão e nem dentes. Você chega tão perto, mas tão perto, que é impossível não reparar no quão ocas elas são por dentro – é esquisito até! Kkk. Uma vez no local certo, entramos calmamente dentro da água – a intenção é fazer menos barulho e movimento possível. O passeio nos leva até o local onde elas se reúnem para se alimentar à noite. Pelo o que eu entendi, é sempre o mesmo, dia após dia. Dentro da água, cada pessoa segurou numa parte da corda que estava amarrada ao longo da prancha. A prancha é tipo uma long board personalizada e equipada com holofotes de uma espécie de luz negra que atraem o plâncton, e por sua vez, as arraias, enquanto se alimentam desses organismos microscópicos.

As arraias ficam nadando, deslizando embaixo de você, dando cambalhotas e giros, é incrível! Acho que uma delas chegou a ficar a 5 cm da minha barriga! Kkk. É muito bonito, algo super diferente! Recomendo demais! Vimos três Manta Rays, uma delas gigante, com uma envergadura de quase 2 metros – impressionante! Elas parecem bailarinas na água. Acho que ficamos cerca de 30 minutos dentro da água e até poderíamos ficar mais, mas demos o azar de encontrar “fireworms” na água então tivemos que sair correndo. Fireworms são uma espécie de centopéia marinha cuja picada dolorosa pode ser altamente perigosa. Segundo o capitão, essas criaturas aparecem apenas 3 vezes ao ano e eu dei essa sorte! Hahaha. Mas ainda bem que ninguém foi queimado e isso também não atrapalhou o passeio, pois elas apareceram logo no final. O passeio acabou por volta das 23h, super tarde comparado com os outros dias! Kkk. Mas valeu super a pena. Sério, não deixem de fazer! Para ver o vídeo das arraias, clique aqui!

DAY 2

No segundo dia eu acordei cedinho e pedi café da manhã no quarto. A vista é super linda e todos os quartos têm um agradável terraço então vale a pena. Entre outras coisas, pedi “Lilikoi Pancakes”. Vocês vão ver o nome lilikoi sempre nos cardápios no Havaí e eu demorei muito para descobrir que lilikoi era maracujá! Eles misturam lilikoi com tudo, especialmente em drinks, e fica uma delícia! Com as panquecas não poderia ser diferente! Me arrumei rapidamente e às 7h30 encontrei no lobby do hotel um representante da Kona Ocean Adventures que me levou até Honokahau Harbour para fazer o passeio com os golfinhos! Na noite anterior nós dirigimos até o ponto de encontro, mas dessa vez, como tinha mais hóspedes no hotel fazendo o passeio, vieram nos buscar. O passeio Dolphin Swim & Snorkel durca cerca de 4 horas. Saímos 8h de barco e voltamos 12h. Tudo está incluso no preço, como equipamento de mergulho (máscara, snorkel e nadadeira), lanches, bebidas e sanduíches.

A primeira parada do passeio é uma baía para nadar com os golfinhos. Genre, que experiência maravilhosa! Nadei com 12 golfinhos hawaiian spinner selvagens – foi incrível! Mas mesmo com nadadeira, se prepare porque cansa MUITO nadar com eles. Como eles são selvagens, eles nadam como querem e para onde querem, então para chegar bem pertinho você precisa nadar muito! Mas valeu cada minuto. Fico re-vendo todos os vídeos. Vou para Moçambique nessa viagem da África e já estou animada porque vi que lá também tem golfinhos!! Você fica o tempo que quiser nadando com os golfinhos – na verdade é até você cansar. Acho que ficamos 1h30! Tem momentos que eles nadam rápido demais para você acompanhar, mas aí você sobe no barco de nadadeiras e tudo, e o capitão leva você bem pertinho novamente. Depois dos golfinhos, a próxima parada é algum lugar maravilhoso para você fazer snorkel. O passeio realmente é uma delícia e recomendo muito. Experiência única nadar tão perto de golfinhos selvagens assim. Amei, amei, amei!! Para ver o vídeo dos golfinhos, clique aqui!

De volta ao hotel, almoçamos no restaurante Beach Tree, à beira da praia. Eu estava morrendo de fome e exausta depois de passar a manhã inteira nadando no mar, então eu mandei ver num hamburger! KKk. Não sobrou muito tempo depois do almoço para curtir o hotel, pois logo menos a gente já tinha outro passeio. Aproveitamos esse tempinho entre um e outro para tomar um sorvete no Hualalai Trading Post e para fazer algumas comprinhas nas boutiques! Às 15h30 nós encontramos um representante da Paradise Helicopters que nos levou para o aeroporto, da onde decolava o nosso helicopter tour. Agendamos esse passeio pelo concierge do hotel também. Fizemos o “Sunset Experience” helicopter tour, e apesar de interessante, achamos um pouco monótono – bem diferente do passeio em Oahu. Como a ilha é enorme e as distâncias são grandes, o passeio de helicóptero era uma oportunidade de ver mais coisas, inclusive os vulcões ativos!

Decolamos por volta das 17h e de fato é impressionante ver como algumas partes da ilha são extremamente verdes e outras completamente destruídas pela lava das erupções no passado. O contraste é fenomenal. O tamanho da ilha também impressiona – imagina que levamos 2 hora para dar a volta toda na ilha de helicóptero…imagina de carro! Ah, porque escolheram esse passeio então?! Como a gente ficou apenas dois dias em Big Island, nosso itinerário estava bem apertado e por mais que tivessem outros passeios e outras empresas de helicóptero, esse era o único que se encaixava no nosso itinerário pelo horário. A gente queria muito sobrevoar o Hawaii Volcanoes National Park então topamos fazer esse. No entanto, 2 horas é muito tempo e a paisagem às vezes é monótona. Fora que no final de tarde, depois de tanta atividade, bate aquele soninho! Hahaha. Acho que as rotas mais legais saem de Hilo, uma cidadezinha na costa leste de Big Island, do lado oposto de Kona, aonde estávamos. Teve essa também. Pegamos uma opção que saía de Kona para não ter que dirigir tanto.

Voltamos por volta das 19h30 e fizemos uma deliciosa massagem Deep Tissue no SPA do hotel! As instalações do spa do hotel são fantásticas – vale investir num tratamento aqui! A massagem foi muito boa, muito relaxante e super bem vinda depois do dia agitado! À noite jantamos no Ulu Ocean Grill, um dos restaurantes do hotel e o mais arrumadinho. No cardápio, muitos frutos do mar frescos e influências asiáticas. Comemos super bem e o restaurante é charmoso demais. No entanto, eu estava tão cansada de todas as atividades que eu mal conseguia comer! Kkk. Mesmo assim o jantar foi super agradável. É nesse mesmo ULU Ocean Grill que é servido o café da manhã todo os dias, de frente para o mar.

DAY 3

No terceiro e último dia, acordamos cedo, tomamos café e inventamos de fazer uma trilha perto do hotel que eu tinha lido algum lugar. A trilha foi super recomendada também pelo concierge do hotel, mas começamos a fazer ela e desistimos. Achamos boring. Por isso, fica a dica – não faça a trilha de Kiholo Bay e Wainanali’l Pond. Como a gente tinha um voo na hora do almoço para Los Angeles, não sobrou tempo para explorar mais nada fora do hotel, mas deveríamos ter ido conhecer Kua Bay, uma praia super pitoresca perto do hotel com uma água azul turquesa! Também não tivemos tempo de explorar Kealakekua Bay, conhecida como a baía do Captain Cook, e considerada o melhor lugar para fazer snorkel na ilha.

Por um lado fiquei aliviada que não fomos, porque três dias antes uma mulher foi atacada por um tubarão enquanto mergulhava! Credo! Sim, existe isso no Havaí. Inclusive, me contaram que hoje em dia os surfistas estão pintando olhos grandes embaixo da prancha, na tentativa de impedir os tubarões de atacá-los. O objetivo é fazer os tubarões pensarem que perderam o elemento surpresa. Tubarões brancos são predadores de emboscadas, e os pesquisadores acreditam que são menos propensos a atacar se acreditarem que foram vistos – daí os olhos. O surfista australiano Shanan Worrall fundou o Shark Eyes em 2017 depois de se envolver em três grandes ataques de tubarões brancos e perdeu um amigo para um. Os surfistas também estão adicionando listras nas pernas de suas roupas de mergulho, que eles esperam que os façam parecer menos com focas, a principal presa de grandes brancos.

Outro lugar que dizem ser bom para snorkeling é o “2 Step” no Pu’uhonua O Honaunau National Park. Ali também tem umas esculturas de madeira havaianas mais antigas. E o que faltou muito fazer e eu recomendaria para todos são as trilhas dentro do Hawaii Volcanoes National Park (sim, há um parque nacional só para vulcões da Big Island), afinal, o verdadeiro atrativo da Big Island são os vulcões! No helicóptero é possível ver as caldeiras, mas acho que a experiência de ver de perto a lava deve ser demais! Dizem que se caminha muito nessas trilhas, e que o ideal é fazer no final do dia e esperar o anoitecer para ver a lava brilhando no escuro! Demais né?! Acho que é necessário contratar um guia para fazer esse tipo de passeio.

Duas dicas extras rápidas: vale a pena almoçar ou jantar no Merriman’s Waimea, considerado o melhor restaurante da ilha, e também assistir ao pôr do sol uma noite no Lava Lava Beach Club em Waikoloa! Saímos do hotel então por volta das 10h30 com o coração partido, desejando ter mais tempo em Hualalai e Big Island. Esse hotel já mora no meu coração! Não sei explicar o porquê! Quero MUITO voltar o quanto antes. Recomendo a todos irem para Big Island e se hospedarem lá. Tenho certeza que irão amar assim como eu. Devolvemos o carro no aeroporto e às 13h embarcamos no voo da American Airlines direto para Los Angeles. Aloha Hawaii & Mahalo!! 

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