DIdi Krepinsk

Reserve Aqui13/09/2019

Continuando a sequência de posts do Havaí, a próxima ilha que visitamos depois de Oahu foi Maui. Eu sempre ouvi falar muito da ilha e sempre associei Maui ao Havaí. Maui é tão conhecido que quando eu comecei a planejar a viagem não existia a possibilidade de NÃO ir! Era meio que um must go. Inclusive, quando eu falava que ia passar 4 dias em Oahu, todo mundo falava “Imagina!! Pula Oahu e vai só para Maui, muito melhor”! No entanto, sou obrigada a discordar. Eu não curti muito Maui para ser bem sincera. Não achei a programação tão legal e as praias não são tão bonitas quanto as de Oahu. Ficamos três noites e eu achei muito! Kkk. Eu não pretendo voltar! Gosta de Maui quem quer fugir de “cidade grande”, mas ainda procura um pouco de estrutura, mas eu sou mais Oahu!

Maui é a segunda maior ilha do Havaí. A tradição havaiana nativa dá a origem do nome da ilha na lenda do Hawai’iloa, o navegador creditado com a descoberta das ilhas havaianas. Segundo ele, Hawai’iloa nomeou a ilha em homenagem a seu filho, que por sua vez foi nomeado para o semideus Maui. A ilha de Maui também é chamada de “Island of the Valley” pelo grande istmo que separa suas massas vulcânicas do noroeste e sudeste. Depois de ver tanto verde em Oahu, foi meio chocante chegar em Maui e ver uma vegetação totalmente diferente – bem seca e rasteira. Claro que isso não se aplica à ilha toda, mas toda costa oeste é assim. Comentamos que parecia Mykonos! E concorda que quando pensamos no Havaí pensamos em algo super tropical, verde e florido?!

Essas paisagens diversas de Maui são o resultado de uma combinação única de geologia, topografia e clima. A topografia irregular e acidentada de Maui produz variações acentuadas nas condições climáticas. O ar varrido para o interior pelos “Trade Winds” é desviado de uma maneira ou de outra pelas montanhas, vales e vastas encostas abertas. Esse complexo fluxo de ar resulta em variações marcantes na velocidade do vento, na formação de nuvens e na precipitação. A consequência disso é um lado completamente deserto e seco (costa oeste) e o outro super tropical com floresta abundante (costa leste).

DAY 1

Como mencionei no último post, voamos de Oahu para Maui com a Hawaiian Airlines. O voo em si é super rápido (nem 20 minutos) e o trajeto todo dura cerca de 40 minutos. É super rápido. Voamos para o aeroporto de Kahului (OGG). Alugamos novamente um Jeep Wrangler na Hertz. É necessário alugar carro em todas as ilhas do Havaí – as distâncias são muito grandes! Escolhemos ficar na região de Wailea, ao sul de Maui, a área dos grandes resorts de luxo e das grifes. Toda a costa de Wailea é conectada por um beachwalk, ótimo para caminhadas e corridas de manhã cedo. É ideal também para ir de um hotel para outro – ou de um restaurante para outro. A região é a perfeito para quem quer relaxar, sem precisar sair demais do hotel. Tem por sinal algumas das praias mais lindas da ilha, como Big Beach, Little Beach e Makena, mas acabamos não visitando essas praias, porque optamos explorar outras regiões da ilha.

Nos hospedamos por 3 noites no Andaz Maui at Wailea Resort da rede Hyatt. Apesar de ser um hotel de luxo, eu diria que ele é uma categoria abaixo do Four Seasons, por exemplo.O hotel é bonito, relativamente novo e bem mantido, mas eu achei a frequência do hotel média. Não curti muito o público. Os quartos são grandes, com decoração em madeira rústica, mas achei o banheiro muito apertado e nada prático. O hotel possui 4 piscinas infinitas em cascata e uma piscina só para adultos, além de spa e quatro restaurantes, com destaque para o Morimoto Maui. Além disso, possui tudo que você espera de um resort, como uma academia 24 horas, aulas de yoga e um spa (muito bom por sinal). O hotel fica à beira-mar, com pé na areia, o que é simpático. Como eu comentei no meu IGTV “Q&A Hawaii”, eu optei por ficar no Andaz Maui ao invés do Four Seasons, por exemplo, porque eu queria mudar um pouco de cadeia para não ficar tudo igual sabe?! Alguns amigos tinham ficado no Andaz já e me recomendaram. Pelas fotos ele parecia lindo, então achei uma boa ideia. No entanto, eu não recomendaria o Andaz. Acho que as melhores opções de hospedagem em Maui são o Four Seasons Resort Maui at Wailea, dispensa apresentações, o Hotel Wailea, um Relais & Chateaux só para adultos, e o Montage at Kapalua Bay, votado o melhor hotel do Havaí pelos leitores da revista Travel & Leisure. Vale mencionar que o Hotel Wailea não é pé na areia e que o Montage fica mais afastado, na costa noroeste da ilha.

Chegamos então no hotel por volta das 15h30 e o quarto ainda não estava pronto – o check in é só às 16h e isso é outra coisa que me irritou um pouco no hotel. Como ainda não tínhamos almoçado, comemos algo rapidamente no Bumbye Beach Bar, um dos restaurantes do hotel. A intenção era explorar a região de Wailea e as praias do hotel, mas como acabamos chegando mais tarde que o previsto, não deu tempo uma vez que tínhamos o Lu’Au às 17h30. Ficamos relaxando no quarto ao invés. Além do beach path que eu mencionei acima, na região de Wailea tem um pequeno shopping chamado The Shops at Wailea, aonde você encontra todas as grifes.

Ir ver um Lu’Au no Havaí está como ir ver um show de tando em Buenos Aires – quase uma obrigação! Kkk. Claro que para quem já viu uma vez, não recomendaria ver de novo (basta uma vez), mas todos indo pela primeira vez para o Havaí deveriam reservar um espaço no itinerário para esse programa. É bem turístico, mas é divertido. De um modo geral, os luaus costumam ser ruins com aquele buffet enorme de comida e drinks prontos, por isso eu pesquisei bastante para escolher em qual iria. O Lu’Au do hotel foi disparado o mais recomendado, então escolhi ele – sem falar na praticidade né?! Reservamos tudo pelo concierge do hotel mesmo. Quem não estiver hospedado no Andaz Maui também pode ir, basta comprar os ingressos com antecedência e lembrando que o show só acontece duas vezes na semana (aos domingos e terças). Chamado de The Feast at Mokapu, o Lu’Au do hotel acontece num lindo gramado em frente ao mar e a praia de Mokapu, eis o nome. O ambiente é bem simpático, com o pôr do sol no mar como fundo de tela. É lindo e tem total “hawaiian vibes”.

Antes de começar o jantar e as apresentações, rola um coquetel com algumas atividades tradicionais como aprender a fazer os colares havaianos (“lei making”) e tatuagens. O lu’au todo é open bar e tem basicamente tudo que você poderia querer. O preço do jantar é caro, especialmente se você selecionar o premium seating que garante uma mesa mais à frente do palco, mas pela quantidade de comida e o open bar, até que é relativamente justo. O lu’au começa às 17h30 e vai até 20h30. Durante três horas você é entretido com dançarinos e músicos havaianos que transmitem a cultura e a história da ilha e de seu povo de forma super legal. A refeição é servida em três partes – entradas, main courses e sobremesas. Ao total são 14 pratos diferentes servidos no estilo “ohana”, ou seja, family style – para dividir. Cada mesa senta 8 pessoas. Apesar de ser turístico, eu gostei do programa e achei bem divertido. Apesar de começar cedo, o lado bom é que também termina cedo. Eu recomendaria o programa!

DAY 2

O nosso segundo dia em Maui foi meio mico – não fizemos nada muito interessante. Nos programamos para passar o dia visitando as praias da costa Oeste, terminando o dia em Lahaina, mas não curtimos tanto as praias, então tivemos que improvisar! Kkk. No final de tudo certo, mas eu esperava muito mais! Saímos cedo do hotel em direção às praias de Kaanapali e Kapalua Bay, as praias mais famosas da costa oeste. Como sempre, o número mágico foi 40 minutos para chegar no nosso primeiro destino kkk. Chegamos em Kaanapali Beach, que abriga um monte de hotéis, mas não amei. Não achei a praia “wow” como eu esperava ser, então fiquei meio desapontada. Resolvemos não ficar na praia e seguir para a próxima, com a esperança de que seria melhor, mas também foi meio decepcionante. Tanto Napili Bay Beach quanto Kapalua Bay são praias super pequenas e estreitas. Além do mais, estavam lotadas, então vontade zero de sentar junto na farofa sabe? Kapalua Bay em si é super bonita, mas eu não diria que é uma praia que vale a pena ir. Você pode apreciar a beleza da baía do restaurante Merriman’s Kapalua Bay que é melhor. Ele é bem simpático, mas só abre para o jantar. Fizemos uma última tentativa de pegar uma praia na Ironwoods Beach, mas não ficamos muito tempo. Essa praia é mais bonita e mais vazia, então fica a dica.

Com os planos de praia meio frustrados, resolvemos ir para a charmosa cidadezinha de Lahaina para almoçar. Comemos no rooftop do Fleetwood’s, o restaurante do baterista do grupo Fleetwood Mac. O lugar é super simpático, com ótimos drinks e trilha sonora, além de comida deliciosa. O rooftop tem uma vista bonita do harbour então é uma boa pedida para tomar sunset drinks também. Experimente o lilikoi margarita, feito com maracujá! Muito bom! Comemos super bem e o serviço estava excelente. Nosso humor melhorou instantaneamente quando chegamos kkk.

Passamos o resto da tarde passeando pela rua principal de Lahaina fazendo compras. A cidadezinha é super charmosa e lotada de lojinhas e galerias de arte – bem legal. Quem não teve tempo de provar o famoso Dole Whip em Oahu pode encontrar ele aqui em Lahaina numa lojinha pequena de esquina. Foi em Lahaina que eu comprei os bronzeadores “Maui Babe” que eu postei no Instagram. De todos os lugares que vimos em Maui, acho que Lahaina é o mais charmoso e simpático. A cidade já foi capital do Reino do Havaí e seu centrinho ainda guarda várias construções históricas em madeira. Para quem não sabe, os descendentes do Rei Kamehameha (fundador e primeiro governante do Reino do Havaí) reinaram até 1872. Eles foram seguidos por governantes de outra antiga família de chefes, incluindo a rainha Liliʻuokalani, que foram depostos na derrubada do Reino do Havaí em 1893 por interesses comerciais americanos. Um ano depois, a República do Havaí foi fundada. A ilha foi anexada pelos Estados Unidos em 1898 e tornou-se território em 1900. O Havaí tornou-se o 50º estado dos EUA em 1959.

De última hora reservamos um sunset boat tour saindo de Lahaina às 16h e retornando às 19h. O pôr do sol em Lahaina costuma ser super bonito porque podemos ver as ilhas de Lanai e Molokai na paisagem. É inclusive de lá que partem os ferries para essas ilhas. No inverno é possível avistar muitas baleias na área aparentemente, mas vou ficar devendo essas fotos! kkk. Reservamos o barco com uma empresa chamada “Kainani Sails” que achamos no Google e queria dizer que eu não recomendo! Eu amo sunsets, mas achei o passeio super caro pelo o que é – não vimos nada demais e achei a tripulação grosseira. Não acho que vale a pena fazer um passeio destes nessa região. No entanto, vale super a pena chegar em Lahaina no final da tarde para passear, depois tomar uns drinks vendo o pôr do sol no rooftop do Fleetwood’s e terminar o dia jantando no Lahaina Grill, como nós fizemos! O Lahaina Grill é um dos restaurantes mais arrumadinhos de Lahaina e super bonitinho. Ele foi dica de uma amiga e amei! Super charmoso, com o teto preto e branco, ele tem um “quê” especial. A comida tem influência francesa e estava deliciosa! Vale a pena experimentar o “berry pie” de sobremesa!  Como eu já disse, tudo no Havaí é informal, então fomos jantar do jeito que a gente estava – bikini seco e um vestido transpassado por cima, já que tínhamos emendado o dia por causa das distâncias. Fizemos um early dinner às 19h30 e depois dirigimos de volta para o hotel.

DAY 3

No terceiro dia resolvemos explorar a cidadezinha de Paia na costa norte de Maui. Conhecida por ser a última (ou primeira) parada no caminha para Hana, a cidade tem cerca de 3 mil habitantes apenas e tem um ar meio hippie. Dividida em Lower Paia e Paia, essa comunidade hospitaleira já foi uma cidade em expansão durante o auge da indústria de cana de Maui. Hoje Paia é uma cidade de vitrines coloridas e rústicas, repletas de galerias de arte locais, lojinhas e restaurantes. Se você quer tirar a foto perfeita havaiana, vale a pena encontrar o Aloha Surf Hostel em Paia com os muros feitos com pranchas de surf. É muito legal! As lojinhas de Paia são bem cool – de fora você pode não dar nada, mas garanto que tem alguns achados bons! Fizemos vários. Eu achei super divertida e criativa a loja Alice in Hulaland e também amamos uma loja de surf chamada Simmer Hawaii. Tinha muita coisa legal tanto para mulher como para homem. Fizemos a festa lá! Kkk. Comprei uma saída linda que estou usando inclusive nas fotos do Mamma’s Fish House! Ao lado da Simmer, vale parar no Paia Gelato para tomar um sorvete. Experimente o de pitaya (“dragonfruit”) é muito bom!

Depois de passear por Lower Paia aonde as lojinhas estão concentradas ao longo da Hana Highway, fomos explorar um pouco das praias ao redor. Essa região é muito famosa pelo windsurf porque venta bastante. Localizado a apenas alguns quilômetros de Praia, na Hana Highway, você encontra o Ho’okipa Beach Park, o melhor lugar para surfar ou então assistir aos outros surfarem (prancha ou wind). Dependendo da época do ano em que você visitar, é possível avistar Jaws, o lendário e monstruoso surf break de Maui. E no meio disso tudo, num cantinho da Ho’okipa Beach, é possível ver tartarugas marinhas gigantes! São super fofas! Elas são tão grandes que parecem pedras estacionadas na areia curtindo o sol. Existe uma delimitação para evitar que turistas cheguem muito perto das tartarugas, mas da para ver super bem. A praia em si é super linda e também um bom lugar para fazer snorkel num dia calmo de verão. Vale a pena!

Antes de ir ver as tartarugas em Ho’okipa e ir almoçar, passamos conhecer a Kanaha Beach e o Baldwin Beach Park. A primeira é um praião lindo e deserto que fica atrás do aeroporto. A cor da água é linda, mas ninguém parece frequentar a praia. Talvez seja por causa das pessoas acampando por lá – é meio esquisito. Já o Baldwin Beach Park é outra praia popular de Paia, mas não achei nada demais. Durante o inverno, as condições das ondas aqui podem ser extremamente perigosas, portanto, observe todos os sinais publicados para sua segurança.

Às 13h fomos almoçar no Mamma’s Fish House, considerado o melhor restaurante da ilha, mas que também é o mais caro! O lugar vive lotado então é fundamental fazer uma reserva antes. O ambiente é muito simpático, bem arejado, com uma vista linda das palmeiras e do mar em tons de azul. Adorei o astral do lugar! No cardápio, frutos do mar ultra frescos e deliciosos. O menu de drinks também é ótimo. Comemos muito bem mesmo, um dos melhores restaurantes da viagem, mas como disse, também foi o mais caro. Mas vale a pena pela experiência. Eu adorei! De sobremesa, se você gostar de chocolate, não deixe de pedir o “Polynesian Black Pearl”! Outra opção boa e dica de restaurante nessa região é o Paia Fish Market. O lugar é simples, mas muito charmoso e com comida deliciosa. Tudo frutos do mar também.

Depois do almoço voltamos para o hotel para relaxar e curtir o SPA. Fizemos uma massagem deep tissue muito boa! Tinha tanta coisa para ver de modo geral no Havaí que a viagem ficou corrida, e de vez em quando, nas férias, é gostoso também não fazer nada né?! Então tiramos o final do dia para fazer exatamente isso! Assistimos ao pôr do sol na praia do hotel e depois fomos jantar no Morimoto Maui, que apesar de ficar dentro do Andaz Maui, é considerado um restaurante independente. Eu amo o Chef Morimoto e sou fã do restaurante dele em NYC, então não pensamos duas vezes em comer lá. É necessário fazer reserva. No cardápio, tudo igual ao restaurante de NYC com algumas pequenas diferenças. Comemos MUITO bem! Foi um dos highlights também sem dúvida, então eu recomendaria. Peça os gyozas de carne de porco com espuma de bacon de entrada – eu amo!

DAY 4

Nosso quarto e último dia em Maui foi nulo porque acordamos, tomamos café e fomos direto para o aeroporto. Não tivemos tempo de explorar mais nada. Se o voo fosse um pouco mais tarde, teria dado para ir ver a Big Beach em Makena State Park que dizem que é linda. Devolvemos o nosso carro no aeroporto e pegamos o voo da Hawaiian Airlines para Big Island (KOA) às 12h40. Esse voo foi mais rápido ainda do que o voo de Oahu – todo trajeto durou meia hora. The flash! Kkk. Aliás, preciso mencionar que a cada ilha que íamos, os aeroportos iam ficando cada vez menores, mais antigos e mais rústicos. Kkk. Sei que muitos devem estar me questionando mentalmente sobre a minha experiência em Maui hahaha, mas eu realmente não curti muito! Achei a ilha boring! De fato eu não fiz todos os passeios, mas simplesmente porque não me interessei. Vou explicar melhor abaixo.

Não fizemos o passeio de barco com mergulho/snorkel na ilha de Molokini por uma simples questão de logística. Não deu tempo porque esse passeio tem que ser feito pela manhã, quando o tempo está bom. O mar costuma a virar depois então eles não recomendam visitar Molokini a tarde! Hoje, olhando para trás, teria dado para encaixar o passeio na manhã do segundo dia ao invés de ter ido explorado as praias da costa noroeste que eu não amei. Então essa pode ser uma boa dica. A ilha de Molokini é uma cratera de um vulcão extinto que abriga muita vida marinha. Mas saiba também que é um passeio bem turístico cheio de gente. O passeio do vulcão Haleakala ao amanhecer também não quisemos fazer. Teria que acordar cedo demais, levar um casaco quente…enfim, achamos muito perrengue e a gente já tinha feito trilhas suficientes, então resolvemos abortar. Quem vai e tem a sorte de ver um pôr do sol bonito adora, mas não é garantido né?! Também tem que reservar a sua entrada ao parque com antecedência, pois o acesso é limitado a número “x” de pessoas durante o sunrise.

E por fim, com relação à famosa Road to Hana, eu resolvi não fazer porque aparentemente o programa é chatérrimo!!! Tenho 4 amigos que já foram, fizeram e se arrependeram! Me falaram para não fazer que era extremamente chato. Apesar do trajeto ser de apenas 52 km, a estrada é CHEIA de curvas e tem muito trânsito, então demora um dia inteiro para fazer. Depois que você chega em Hana, você ainda tem que fazer o mesmo caminho de volta! São cerca de 4 horas de estrada em cada direção. Não caia na armadilha de se basear no Google Maps – ele reduz o tempo de viagem em cerca de duas horas, mas isso não acontecerá. É preciso planejar um dia INTEIRO para fazer esse passeio e acordar bem cedo para pegar a estrada. Achei a ideia bem chata então por isso não pensei duas vezes e abortei! Ainda questionei se não era possível fazer o caminho inverso, porque se você olhar no mapa, Wailea não é tão longe da cidadezinha de Hana, a principal atração do passeio. Mas acontece que a Oprah Winfrey é dona de uma enorme propriedade que engloba essa estradinha “por trás”, então ela vira privativa – propriedade particular aonde não é permitido o acesso ao público. Que tal?! Kkk. A Road to Hana percorre toda costa leste de Maui, a costa mais selvagem e tropical, como eu mencionei no início do post. Para quem vem do Brasil e está acostumado a ver esse tipo de vegetação, não acho necessário fazer o passeio. Isso é para Americanos que nunca viram uma floresta tropical, cachoeiras, etc. Eu não perderia meu tempo se fosse vocês! Ah, mas e a praia de areia preta?! Deixa para ver em Big Island, a verdadeira ilha vulcânica do Havaí! Kkk.

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